
Há quem conheça produtos da Securit da época em que ela era uma famosa fabricante de cozinhas de aço, especialmente entre as décadas de 60 e 80. Mas os anos passaram e, como em todas as empresas sobreviventes, inúmeras mudanças ocorreram. Só na história mais recente – a Securit foi fundada em 1940 – a empresa ficou em concordata entre 1982 e 1984; deixou de fabricar cozinhas em 1991 e fechou todas as suas lojas, inclusive no exterior; e colocou, a partir daí, todas as energias no segmento de mobiliário para escritórios. Desde então, mantém-se na disputa por esse mercado.
Convencida, porém, de que tem vocação para fabricar cozinhas, a Securit anuncia a volta ao segmento em março. Para começar, foram criadas duas linhas de móveis de alto padrão, uma desenhada pelo brasileiro Emerson Borges e outra pelos italianos Giorgio Salvini e Pier Ugo Boffi – com quem a Securit já fazia negócios em 1970. As matérias-primas principais serão aço e vidro. “Serão duas linhas com conceitos diferentes, inclusive na montagem. Mas a característica mais importante é a durabilidade”, afirma Maria Christina Magnelli, presidente da Securit. Veja mais em Com aço e vidro, Securit volta ao mercado de cozinhas
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